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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Fazendo grafites através de moldes vazados




Os moldes vazados, também chamados de stencil/estêncil, são uma forma de facilitar a criação de grafites e ao mesmo tempo padronizá-las, ao permitir que sejam feitas muitas reproduções do desenho/texto a partir de um único molde.

Uma ideia poderosa é usar esta técnica na evangelização, reproduzindo por exemplo pequenos versículos, mensagens ou imagens.

O bom da técnica dos moldes vazados é que ninguém precisa possuir habilidades artísticas ou técnicas para sua criação e manuseio; basta criar o molde e utilizá-lo por aí, em locais os mais diversos (muros, postes, áreas urbanas etc.). E a técnica pode ser utilizada também para camisetas e tecidos em geral (claro, usando tinta para tecido).

Assim, apresentamos aqui alguns vídeos de terceiros, ensinando um pouco dessa técnica, e ainda sites com modelos de moldes e fontes especiais para você baixar. Mas não fique apenas nisso: faça buscas por mais informação no Google, assista a outros vídeos no Youtube e solte sua criatividade em prol do Reino!






Utilizando o stencil/estêncil em camisetas



Não acaba por aqui: preparamos uma listagem de sites e repositórios onde você poderá encontrar diversos modelos de stencils/estênceis para usar em seus trabalhos.

100 Stencil Patterns no Pinterest - CLIQUE AQUI.
Spray Stencils - CLIQUE AQUI.
Stencil Revolution - CLIQUE AQUI

E ainda: Baixe fontes (tipos de letras) especiais para você criar seus próprios moldes vazados. veja AQUI , AQUI , AQUI ou AQUI.


Etiquetas:
Técnica de moldes vazados para textos, imagens, figuras
Estampación, sténcil, estenciles



sábado, 11 de janeiro de 2014

Apostila de Grafite - Aprenda a desenhar letras e personagens estilizados


O ilustrador, chargista, designer, grafiteiro e nosso irmão em Cristo Fabio Torres, criou e disponibilizou para download gratuito a Apostila Grafite Arte. Em 30 páginas, o autor dá dicas básicas sobre como desenhar diversos tipos de letras estilizadas de grafite, além de personagens.

Para baixar a apostila pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para ler online ou baixar pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.

Fabio mantém o blog Quadrinhos do Fabio e realiza um excelente trabalho em ilustração, charge e HQ. Confira abaixo um pouco do trabalho de Fabio:

 Thales




(Clique nas imagens para ampliar)


quarta-feira, 11 de abril de 2012

"A pichação nunca vai perder seu espaço"

 
Titi Freak (foto sua no Facebook usada pelo iG Jovem na matéria)
Titi Freak [foto sua no Facebook usada pelo iG Jovem]
 
 
Entrevista de Titi Freak, artista paulista, ao iG Jovem onde fala sobre arte urbana e conta como foi trabalhar com Maurício de Souza aos 13 anos
 
Se você se distrai ao tentar reconhecer o artista pelo traço quando vê algum grafite espalhado pela cidade, certamente o nome Titi Freak não lhe soa estranho. Com rostos vivos em cores e elementos da cultura pop japonesa, a arte de Hamilton Yokota, dono do pseudônimo, cativa. E mais, gera reconhecimento. Não é à toa que esse paulista, nascido e criado no bairro da Liberdade, já foi convidado a expor em Tóquio, Londres, Nova York e, agora, segue rumo à Paris para deixar os rastros de suas tintas na galeria Le Feuvre, em uma exposição que também contará com os trabalhos dos conceituados JonOne e Space Invader, que passou recentemente pelas ruas de São Paulo.
 
A relação de Titi com os desenhos começou cedo. Antes mesmo de se aventurar no universo da arte urbana, aos 13 anos, ele realizou o sonho de muitos fãs da ilustração – trabalhar nos Estúdios Maurício de Souza. “Nem conhecia direito a Turma da Mônica. Minha mãe comprou uma revista do Cebolinha e falou: ‘Desenha esses personagens que eu vou mandar pro Maurício de Souza’. No mês seguinte virei estagiário de desenhista lá”, ele lembra.
 
Próximo de embarcar para a francesa Cidade Luz, Titi Freak conversou com iG Jovem. No papo, ele conta como foi desenhar também para o Universo Marvel e migrar seus trabalhos das pranchetas para os muros, comenta a atual invasão dos grafites nas galerias de arte e, ao ser questionado sobre uma possível perda de espaço da pichação, ele dispara: “A pichação nunca vai perder seu espaço. Ela é a tatuagem da cidade. Na real? É a própria street art que vai perder espaço pra pichação”
 
 
 
Etiquetas:
Graffiti, graffito, street art
Arte urbano
 

terça-feira, 5 de julho de 2011

Inspire-se com OaKoAk + dica de blog

 
Através das atualizações que recebemos dos amigos do perfil do Imagens Cristãs no orkut, cheguei ao blog Typograff o qual trata de graffiti, street art, tipografia, design ou qualquer estética marginal, como dizem seus administradores.
 
E num dos post do Typograff divulgaram o blog do artista francês OaKoAk que trabalha com arte de rua (street art) fazendo intervenções e interações com a paisagem urbana. Lá tem bastantes imagens criativas e bem humoradas que certamente servem de inspiração. Abaixo seguem dois exemplos de trabalho do OaKoAk.
 
 
 On va se friter!! (Estaremos fritos!) [OaKoAk - oakoak.canalblog.com]
Arte com batatas fritas.
 
 
Mais pourquoiiiiiiiii????? (Mais por quê?) [OaKoAk - oakoak.canalblog.com]
Intervenção em balizas de estacionamento.
 
 
Etiquetas:
Fonte de inspiração, modelo, arte nas ruas da cidade
Fuente de inspiración, idea, arte en las calles de la ciudad, intervención e interacción con el paisaje urbano

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Graffiti - Uma arte bem urbana


Marcos Villaça

Desde os tempos do homem das cavernas, até os nossos dias, o fenômeno da representação pelo desenho vem ocorrendo. Ao desenhar em suas paredes, o homem das cavernas procurava abstrair o animal desejado por ele, sem possuir noção do que fosse arte. Ele apenas representava o animal desejado por crença em conseguir caça-lo para sua sobrevivência. No entanto, ao manifestar-se, ele já demonstrava vontade de se expressar.

A tinta spray surge nos EUA junto com o "boom" da indústria automobilística nos anos 50. Ela foi desenvolvida neste período para ser empregada em pequenos reparos domésticos como: geladeiras, fogões, etc, e até mesmo nos reparos de latarias de automóveis que tivessem suas pinturas danificadas. Com o surgimento do movimento Hippie nos anos 60 nos EUA contra o "establishment", países do terceiro mundo, não só passaram a se utilizar da lata de tinta spray para reparos domésticos, mas também para expressar palavras de ordem em oposição à situação política vigente em seus países, nas suas manifestações de rua.

No Brasil não foi diferente. Após o período do uso do piche pelas agências de propaganda, principalmente nos anos 40/50 com as Casas Pernambucanas anunciando sua linha de produtos nos muros e suportes públicos dos mais diversos, o spray também chega ao Brasil e passa a ser empregado nos anos 60 como mais um material utilizado para propagação de palavras de ordem nas principais cidades do país, anunciando o possível golpe de Estado que estaria por nos colocar em processo de estagnação política e das liberdades democráticas. Foi então, durante este período de transição histórico-político pelo qual passamos, que um artista etíope naturalizado brasileiro e de nome Alex Vallauri começa no cais do porto de Santos, cidade onde viveu com a família por alguns anos, a criar seus primeiros personagens. Tratava-se de suas primeiras imagens iconográficas que retratavam os atores sociais do cais do porto: marinheiros, prostitutas, estivadores, etc.

Neste mesmo período nos EUA, surgiam as grandes expressões da pop arte


Continue a leitura do artigo AQUI.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Sobre o Grafite ou Graffiti



graffiti

Grafite ou grafito (do italiano graffiti, plural de graffito) é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade, porém com autorização do proprietário.

Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, [1] mais especificamente, da street art ou arte urbana – em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Entretanto ainda há quem não concorde, equiparando o valor artístico do grafite ao da pichação, que é bem mais controverso. [2]

Normalmente distingue-se o grafite, de elaboração mais complexa, da simples pichação, quase sempre considerada como contravenção. No entanto, muitos grafiteiros respeitáveis, como Osgemeos, autores de importantes trabalhos em várias paredes do mundo – aí incluída a grande fachada da Tate Modern de Londres[3] – admitem ter um passado de pichadores.

A partir do movimento contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.

Dentre os grafiteiros, talvez o mais célebre seja Jean-Michel Basquiat, que, no final dos anos 1970, despertou a atenção da imprensa novaiorquina, sobretudo pelas mensagens poéticas que deixava nas paredes dos prédios abandonados de Manhattan.[4] Posteriormente Basquiat ganhou o rótulo de neo-expressionista e foi reconhecido como um dos mais significativos artistas do final do século XX.

Termos e gírias:
  • Writer – Escritor de Graffiti.
  • Tag – Nome/Pseudónimo do artista.
  • Hall of Fame – Trabalho geralmente legal, mural mais trabalhado onde normalmente pinta mais do que um artista na mesma obra, explorando as técnicas mais evoluídas.
  • Bombing – Graffiti rápido, associado à ilegalidade, com letras mais simples e eficazes.
  • Throw-up – Estilo situado entre o “tag”/assinatura de rua e o bombing. Letras rápidas normalmente sem preenchimento de cor (apenas contorno).
  • Roof-top – Graffiti aplicado em telhados, outdoors ou outras superfícies elevadas. Um estilo associado ao risco e ao difícil acesso mas que é uma das vertentes mais respeitáveis entre os writers.
  • Wild Style – Estilo de letras quase ilegível. Um dos primeiros estilos a ser utilizado no surgimento do graffiti.
  • 3D – Estilo tridimensional, baseado num trabalho de brilho / sombra das letras.
  • Bubble Style – Estilo de letras arredondadas, mais simples e “primárias”, mas que é ainda hoje um dos estilos mais presentes no graffiti.
  • Characters – Retratos, caricaturas, bonecos pintados a graffiti.
  • Train – Denominação de um comboio pintado.
  • Whole Train – Carruagem ou carruagens inteiramente pintadas, de uma ponta à outra e de cima a baixo.
  • End to end – Carruagem ou comboio pintado de uma extremidade à outra, sem atingir a parte superior do mesmo (por ex. as janelas e parte superior do comboio não são pintadas).
  • Top to bottom” – Carruagem ou carruagens pintadas de cima a baixo, sem chegar no entanto às extremidades horizontais.
  • Backjump – Comboio pintado em circulação, enquanto está parado durante o percurso (numa estação por exemplo).
  • Cap – Cápsula aplicável ás latas para a pulverização do spray. Existem variados caps, que variam consoante a pressão, originando um traço mais suave ou mais grosso (ex: Skinny”, “Fat”, “NY Fat Cap”, etc).
  • Crew – “Equipa”, grupo de amigos que habitualmente pintam juntos e que representam todos o mesmo nome. É regra geral os writers assinarem o seu tag e respectiva crew (normalmente sigla com 3 ou 4 letras) em cada obra.
  • Cross – Pintar um graffiti por cima de um trabalho de um outro writer.
  • Fill-in – Preenchimento (simples ou elaborado) do interior das letras de um graffiti.
  • Highline – Contorno geral de toda o graffiti, posterior ao outline.
  • Outline – Contorno das letras cuja cor é aplicada igualmente ao volume das mesmas, dando uma noção de tridimensionalidade.
  • Degradé – Passagem de uma cor para a outra sem um corte directo. Por exemplo uma graduação de diferentes tons da mesma cor.
  • Kings – Writer que adquiriu respeito e admiração dentro da comunidade do graffiti. Um estatuto que todos procuram e que está inevitavelmente ligado à qualidade, postura e anos de experiência.
  • Toy – O oposto de King. Writer inexperiente, no começo ou que não consegue atingir um nível de qualidade e respeito dentro da comunidade.
  • Bite – Cópia, influência directa de um estilo de outro writer.
  • Spot – Denominação dada ao lugar onde é feito um graffiti.
  • Asdolfinho – Novo estilo de graffiti desenvolvido por americanos, no qual é visado a pintura animal.
  • Hollow – Graffiti ou Bomb que não tem fill (preenchimento) algum e, geralmente, é ilegal

Mais informações sobre o Grafite:

■ Visite o site Gospel Graffiti - www.gospelgraffiti.com

■ Leia AQUI uma entrevista com a renomada grafiteira Nina Pandolfo (evangélica).

■ Leia o texto A Arte do Desapego, sobre o grafite, publicado no site do Solomon, clicando aqui.

■ Gospel Graffiti Crew (grupo no Flickr): www.flickr.com/groups/631492@N21

■ Matéria na ISTO É sobre grafite e muralismo em SP: Clique Aqui.

■ Graffiti Gospel (fotoblog): http://neridecor.fotoblog.uol.com.br


Algumas imagens de grafites cristãos:

http://www.blogandogospel.com/wp-content/uploads/2009/11/gospel-graffiti-13.jpg


http://www.blogandogospel.com/wp-content/uploads/2009/11/gospel-graffiti-3.jpg


http://www.blogandogospel.com/wp-content/uploads/2009/11/gospel-graffiti-15.jpg


http://www.blogandogospel.com/wp-content/uploads/2009/11/gospel-graffiti-10.jpg





Etiquetas:
Arte urbano

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